Há não muito tempo, comentei com alguém que muito prezo, e que apesar de perceber umas coisas de futebol, é sportinguista (vá se lá perceber!), que o Daniel Carriço era um jovem cheio de potencial, para chegar aos calcanhares do Bruno Alves, e quiçá, com uma dosezinha de filha-de-p... (termina em "ice", mas não tem nada a ver com Vanilla), até talvez fosse capaz de suplantá-lo.
E pimba! Vai daí, o rapaz é expulso contra a Académica.
Tenho que adimitir que terá sido por manifesta falta de experiência, associada à impunidade com que os jogadores de certos clubes dão cacetada, a torto e a direito, sem qualquer penalização.
Não será por isso, nem pelo empate com a Académica, que o dia 2 de Maio ficará indelevelmente marcado na história do Sporting.
Foi o dia em que a sua equipa de futebol entrou em campo, na terra dos estudantes, com 10 jogadores portugueses, e um que está em vias de o ser (português, não jogador, entenda-se!).
Para os sportinguistas deve ter sido um dia memorável!
Não ganharam o jogo, e com o resultado do FC do Porto, no dia seguinte, ficaram a seis pontos de distância do primeiro lugar, a três jogos do final da Liga, mas o que é lá isso.
Este feito devia ficar registado, pelo menos, numa placa comemorativa. E depois, bem, depois é só começar a ganhar Ligas, que Taças, lá de vez em quando, e desde que seja contra o FC Porto, lá vão ganhando.
Ah, e já agora procurar desenvolver o enorme potencial dos jovens jogadores, fundamentalmente, para jogarem futebol, sem fitas e sem sarrafadas.
Para isso já bastam os velhotes. Deve ser da falta de vista!
P.S.: Falta uma vitória ao FC Porto, para ser tetra campeão (ou três empates).