Estava o Benfica no processo de lamber as feridas abertas pelo jogo em Braga, e eis que lá vem um Everton, nem por isso very british, nem por isso, muito inteligente, nem por isso grande equipa, e que, pelos vistos, continua com um número de baixas, quase tão grande como a função pública portuguesa.
Em suma, um excelente unguento para ajudar a cicatrização.
Só que isso é lá na estranja. A nível interno, o jogo com a Naval 1º de Maio, bastante distante daquela que, por exemplo, na época passada, mais ou menos por esta altura, foi ganhar ao Dragão, parece o ideal para atingir a plena recuperação.
Mas não há garantias, e o Augusto Inácio não é de fiar. O que fazer então?
Ó meus amigos, era preciso tanto? Não lhes chegava qualquer um dos outros, com excepção do Jorge Sousa? Tinha que ser o Lucílio?
É pá, assim não vale!
Os meus parabéns antecipados pela goleada. Acho que até da bancada o Cardozo vai marcar o penáltizinho da ordem…